BABY LOVE
Emmanuel é pediatra e quer ser pai. No entanto, ele é homossexual, o que se transforma em obstáculo para a realização desse desejo. Além de seu namorado, Philippe, não incentivá-lo, suas tentativas para adotar uma criança ou para encontrar uma mãe de aluguel são "desastrosas" - inclusive, ele tenta fingir que é heterossexual para entrar na fila de adoção. Até que Emmanuel conhece Fina, estudante peruana que também precisa de ajuda.
Divertido, mas sem perder a sensibilidade, "Baby Love" traz à tona um assunto que ainda precisa ser muito discutido: a paternidade de homossexuais. Apesar de ser cada vez mais freqüente, esse tipo de adoção passa por vários obstáculos (veja, aqui, histórias de casais que adotaram).
A idéia do filme surgiu há 10 anos, quando o diretor francês Vincent Garenq, que estréia na direção de longas, soube que Manu, seu grande amigo de colégio, homossexual, viajou em um fim de semana com um casal de lésbicas e o namorado para discutirem a possibilidade de terem um filho. Foi assim que Garenq conheceu a APGL (Associação de Pais Gays e Lésbicas) e ouviu muitas histórias de homossexuais que desejavam ser pais. Ao saber de um casal de homens que recorreu a uma mãe substituta, pensou em escrever uma ficção, que logo interessou ao produtor Christophe Rossignon.

2 comentários:
QUEM SE ENCONTRA NAS CONDIÇÕES DO PERSONAGEM MANU... SABE BEM O QUE É QUERER SER PAI E NÃO PODER!!!
Nossa que tema ein...acho que todo tipo de amor é valido, ter dois pais (ou mães) amoros@s, não faria mal a nenhuma criança, pena ser AINDA tão ignorante essa sociedade...chegará o dia em que ela mudará seus conceitos, paradigmas (profecia...hohoho) nãooo realidade mesmo...srsrs
Rô seu blog ta mara...to morrendo de saudades..segunda nos vemos na facul...beijosss
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