Para você ficar por dentro leia, assista ou acesse:

  • Filme: A lingua das mariposas. Por Fernando Bovaira, José Luis Cuerda
  • Filme: A Rainha. Dir. Stephen Frears (Biografia/Drama/Histórico.2006)
  • Filme: As pontes de Madison. Dir. de jay Hart. (drama - abaixo segue sinopse postada)
  • Filme: Domésticas o Filme. De Nando Olival e Fernando Meirelles. (abaixo sinopse postada)
  • Filme: Efeito Borboleta. Dir. Eric Bress , J. Mackye Gruber (Ficção, 2004.)
  • Filme: Frida. Dir. Julie Taymor. (drama, 2003)
  • Filme: Mulheres a beira de um ataque de edteria. Por Almodovar
  • Filme: O Fabuloso Destino de Amélie Poulaim. Imegem Filmes
  • Filme: Perfume. Dir. Tom Tykwer.(Ficção. 2006)
  • Filme: QUEM SOMOS NÓS? Uma nova evolução. PlayArt
  • Livro: Carta sobre a felicidade. Ed. Unesp. Epicuro.
  • Livro: Discurso do método - meditações. René Descartes. Martin Claret.
  • LIvro: FALO: a imagem do sagrado masculino,Ed. Paulinas. de Eugene Munique
  • Livro: Manifesto Comunista. Karl Marx.
  • Livro: O Que é Homossexualidade. Por Peter Fry e Edward MacRae. Ed. Abril Cultural e Brasiliense
  • Livro: O que é religião; Rubem Alves. Ed. Abril Cultural e Brasiliense
  • Livro: Por amor as cidades. Por Jacques le Goff. Ed. Teorema. (temática medieval)
  • Livro: Textos básicos de ètica: de Platão a Foucalt. Por Danilo Marcondes.
  • Livro: Ética. Por Frei Betto, Eugenio Barba e Jurandir Freire Costa. Ed. Garamond.
  • Livros: Trilogia de Robert Johnson. We, She e He.
  • Sítio: A TRANSEXUALIDADE E A GRAMÁTICA NORMATIVA DO SISTEMA DE GÊNERO: http://www.scielo.br/pdf/agora/v9n1/a04v9n1.pdf
  • Sítio: http://www.diversidadecatolica.com.br/

Pensamentos...

PARA SER GRANDE É NECESSÁRIO TER SIDO PEQUENO. PARA TOCAR OS CÉUS, ANTES É PRECISO TER TOCADAO A TERRA. PARA SE ETERNIZAR, É PRECISO ANTES TER SIDO HUMANO!











sábado, 30 de janeiro de 2010

A COR PÚRPURA - este filme vale apena assitir!


SINOPSE:


Georgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece.

SOBRE EDUCAÇÃO. Por Ronaldo Rocha.


Eis uma questão que muito toma meus pensamentos: que educação ser oferecida para construirmos uma nação mais justa? Daí deriva outra questão: a educação é para “justificar”, isto é, para tornar a nossa sociedade mais “igual”?
Creio que, antes de qualquer coisa, para pensarmos num projeto pedagógico teríamos que principiarmos pela idéia de diversidade. Diversidade cultural, de múltiplas expressões de sexualidade/afetividade, diversas tendências espírito-religiosas. Uma proposta que tenha em mente que aqui não é a Europa e sim o Brasil: de um povo dizimado, de outro escravizado e de outro colonizador. Que leve em consideração o místico/sensível dos nossos indígenas, o traço rítmico/corpóreo dos nossos afro-descendentes e o racionalismo moderno europeu a nós importado.
Acredito que uma educação com princípios de base francisclariana , onde a fraternidade, cortesia, amor a Deus e a todas as pessoas. O dado místico na educação de base para mim é justificado ainda que não confessional pelo fato que a nossa cultura está imbricada de valores religiosos e mesmo porque a própria ciência vem mostrando quem mesmo que se tenha o ateu confesso, o homem sempre demonstrou inclinação ao sagrado , por isso creio que, mais que ensinar doutrinas, comunicar aos discentes o valor que e o benefício que se tem ter uma espiritualidade sadia.
Coloco a proposta de Francisco e Clara pelo fato de eles terem integrado à sua espiritualidade o relacionar-se com o outro na forma como ele me é dado por Deus e com o meio em que se vive não sei se existe, mas poderíamos falar de uma pedagogia “ecoespiritual”, onde fosse transmitido aos alunos o valor tanto de se integrar com a Natureza como de estar espiritualmente ligada a ela, cito a Legenda Maior de Boaventura (1221-1274), cap. VI:

“Cheio da maior comoção, ao considerar a origem comum de todas as coisas, dava a todas as criaturas, por mais desprezíveis que elas fossem, o doce nome de irmãs, pois sabia muito bem que todas tinham como ele a mesma origem”.

Por exemplo, segundo a Dr. Núbia França, na sua obra Relaxe e viva feliz, a Terra teria por assim dizer uma pulsão cardíaca que ficaria em torno de 7 a 12 ciclos por segundo, enquanto o homem ficaria em torno de 14 a 28 ciclos por segundo. O primeiro seria estado Alfa e o segundo Beta. Religiosos em estado de concentração/oração/meditação conseguem facilmente entrar em estado de Alfa, isto é, sua respiração fica mais lenta, como se fosse a de um bebe, colocando-o em uma harmonia cíclica com a Terra. Existem ainda outros dois ciclos ou estados: o Teta e o Delta; o primeiro ficaria em torno de 3 e 7 ciclos por segundo, neste a noção de tempo e espaço não existem e o segundo fica entre 0, alguma coisa e 3, pois o 0 total seria a morte.
Contudo, nossas pedagogias estão voltadas par uma educação tecnicista e racional. Ignorando o potencial tanto criativo quanto espiritual do homem.
Acredito numa proposta que justamente leve em consideração tanto os dados relativos à praticidade quanto aos que concernem ao imaterial. Nossa cultura é fortemente marcada pelo dado do sagrado, contudo filosofias como a Descartes e Hume foram mais determinantes às nossas pedagogias, com os elementos racionais e empíricos, em detrimento do fator subjetivo. Cito novamente Boaventura:
Não estudem unicamente para saber como falar, mas para pôr em prática primeiro aquilo que tiverem aprendido e, depois de terem posto em prática, para ensinar aos outros aquilo que eles devem fazer. Quero que meus irmãos sejam discípulos do Evangelho e que seus progressos no conhecimento da verdade sejam tais, que eles cresçam ao mesmo tempo na pureza da simplicidade. Dessa forma não hão de
separar aquilo que o Mestre uniu com sua bendita palavra: a simplicidade da pomba e a prudência da serpente (LM XI, 1).


Hoje nossa cultura é fortemente marcada pelo consumo. Somos ensinados que somos produtos de consumo do mercado de trabalho: “O teu currículo, é a vitrine!”. Francisco e Clara de Assis podem estar separados de nós por quase oito séculos, entretanto sua pedagogia da simplicidade é-nos urgente justamente pelo consumo desenfreado tanto do próprio ser humano como dos recursos naturais disponíveis a nós.
Como, contudo, aplicar uma pedagogia integralista com espaço adequado e adaptado num Brasil multicultural e a milhões de discentes do Ensino Fundamental e Médio? Lembremos que ainda que não importássemos um modelo europeu para nossa educação, não poderíamos da mesma forma transportar modelos regionais, entretanto a troca de experiência, com certeza, é sempre frutífera.



REFERÊNCIA:
http://www.fae.edu/pesquisaacademica/pdf/primeiro_seminario/visao_complexa_italo.pdf

SOBRE EDUCAÇÃO, por Ariadene Cristina


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É muito difícil nos tempos hodiernos falarmos de uma escola modelo, pois, percebo que a educação chegou em um declínio tão cruel na historia de nosso país como nunca vimos. Hoje o que verificamos é o que o pensador alemão Nietzsche descreveu em sua época sobre os estabelecimentos de ensino que visavam formar determinados tipos de homem para servir aos interesses do Estado, da ciência e do mercado, ou seja, a educação possui uma finalidade clara e limitada e uma de suas premissas é a potencialização de características comuns dos sujeitos a fim de que possam movimentar as engrenagens da sociedade em prejuízo do desenvolvimento das singularidades e do potencial criativo.

Uma das características desta educação é o uso excessivo da memória como técnica didática. Como alternativa a este tipo de educação, Nietzsche propõe a educação e o cultivo de si, não como um individualismo exacerbado - tão em voga nos tempos atuais, fomentado pelo neoliberalismo - mas um adestramento de si, das forças plásticas, das características próprias de cada sujeito e de seu potencial criativo, por meio de uma educação que promova as capacidades intelectuais, artísticas, emotivas e físicas de cada discente.

Faço uso agora de Platão, que na sua pedagogia propunha que a educação se aplica em etapas, primeiramente educando o hábito e a formação do caráter, formando, assim, a base moral e o filósofo como meio de se libertar da caverna. Contudo segundo o conhecimento de alguns pensadores, sabemos que cada um tem o seu conhecimento, ninguém detem a totalidade do conhecimento e ninguém é totalmente ignorante, mas poderíamos aqui, propor uma aristocracia do saber, onde um conjunto de pensadores analisariam a melhor pedagogia para a formação de nossos educando.

Mas não podemos desistir de sonhar com algo melhor para nossa educação. Analisando os dois autores percebo que ambos concordam que não devemos formar individuo somente para obter dinheiro, e aqui, coloco q função da nossa amiga sabedoria e seu papel fundamental em indicar como isso é sinal de ma- educação .

Acredito que a filosofia possa ajudar o individuo a pensar, a refletir, a se conhecer antes de tudo e dando um alicerce de compreensão do seu próprio self, isto é, do seu próprio eu.

Outro pensador da qual eu faço memória é Epicuro. Nossa sociedade incentiva muito o sensualismo e o consumo dos outros mais que a busca de uma realização plena. Isto se dá tanto via medo da morte, e por isso, se extravasa na sexualidade, no consumo da comida. Estamos ansiosos. Epicuro nos propõe, e isto antes mesmo do evento Cristo, uma vida mais comedida e não temerosa, pois não devemos temer a morte pois esta enquanto vivos não existe, e quando ela esta presente somos nos que não existimos.

Por isso, penso numa educação, que viabiliza uma autonomia maior do individuo, tanto no seu reto pensar, como no seu reto agir.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

SOBRE A CONDICIONALIDADE OU INCONDICIONALIDADE DE DEUS




Três são os princípios “ativos” de Deus: ele é onipotente, onisciente e onipresente, isto é, Deus tem todo poder e poder para criar tudo, natureza de Deus que permite ele saber tudo em todo tempo e espaço e qualidade de Deus que permite ele estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Partindo desta premissa temos o homem como ser limitado ao tempo e espaço, pois faz parte da natureza divina ser atemporal e aespacial. Tendo dito isto, passemos para outro ponto que acho importante abordar. Sendo ele o da ordem do infinito e nós do finito, como é possível relacionar-mos com ele infinitude sendo nós seres finitos e mesmo como pode ele nos agraciar com o paraíso ou nos desgraçar com o inferno sendo nós seres temporais e espaciais, resumindo, é possível sermos julgados a eternidade do paraíso ou do inferno partindo do princípio que somos seres finitos, isto é, de fato temos o tempo necessário para tomarmos ciência do que é Deus? O finito pode ser o meio de se chegar a Verdade Eterna?
Minha posição com relação a esta questão, é que, tão somente poderemos optarmos positivo ou negativamente à Deus na esternidade, a eternidade é lugar concreto para se fazer esta opção, claro que ao fazer o download da sua vida terrena Deus poderá te questionar sobre o motivo que te levou a deletar alguém aqui na terra, ou senão, o porque de ter formatado aquela outra pessoa com fonte "arial 12", sendo que ele tinha planejado para ela "times 14 em negrito". Mas ainda assim, para mim, a opção clara e definitiva, pois aqui na terra temos a revelação parcial, será na eternidade.


Indo agora ao ponto que o título me obriga falar sendo Deus eterno e imutável, sua natureza segue esta mesma lógica, certo? Contudo as relações humanas não seguem esta ordem. Somos seres sociais e culturais, ao mesmo tempo que temos algo dado temos o algo construido. O que quero dizer com isto, é que, nos casos de homossexualidade qual é a postura de Deus? Ele nos ama na incondicionalidade ou na condicionalidade? Pois se partimos do princípio de que ele nos ama na incondicionalidade e temos no discurso religioso que ele ama o pecador e não o pecado, e, sendo a homossexualidade considerada pecado, concluimos logo que Deus, sim, ama o homossexual, mas reprova sua prática, logo seu amor é condicional. Pois para que um homossexual entre no reinos dos céus seria necessário deixar de ser homossexual o que nos leva ou outra afirmativa que nega a acima, ele não ama o homossexual, pois este, teria que se abdicar de suas práticas, consideradas depravadas, profanas e pecaminosas, assumir uma vida social heterosexual ou tornar-se um celibatário, o que da mesma forma, poderiamos dizer, desqualifica-o como sendo homosseuxal pois sem a prática poderiamos afirma-lo como sendo? Esta poderia até se tornar uma nova variante os castos ou celibatários ou assexuados.

Partindo do princípio que nos ame a todos incondicionalmente, ele não reprovaria a pratica sexual entre iguais ou entre opostos, mas sim, reprovaria uma conduta que fira a liberdade do outro. Se Deus, como nos afirma são João, é amor, ou ele ama a todos incondicionalmente ou não. Pois faz parte dele ser uno e não variante, diferente de nós humanos, que somos diversos em si mesmos e diferentes uns dos outros.

Outra coisa de suma importância, se ele é onipotente, onisciente e onipresente, que deus seria esse que, sabendo de todas a complicações que uma criatura dele sofreria por nascer ou adquirir uma personalidade homossexual, permite milhões de seus filhos passar por tal provação para simplismente purgar aqui neste terreno algo a ser premiado ou desafortunado na eternidade. Se ele nos criou homem e mulher, ele nos criou homem e mulher, e não hetero ou homossexual, pois mesmo dentre outras especies animais e vegetais exite a variação da relação sexual/afetiva entre iguais.
Ronaldo Rocha

29 DE JANEIRO DIA NACIONAL DA VISIBILIDADE TRANS

SOBRE AS TRAVESTIS E TRANSSEXUAIS , por Arnaldo Jabor.

“Como escrevi uma vez, travestis, são sentauros urbanos, duas vidas num corpo só. Não confudiram com a figura da drag queen. O travesti tem orgulho de ser quem é. Ele não é uma decaida, mas uma afirmação de identidade. Ele não é da area moral é da area artística. Há algo de clone no travesti, pois eles nascem de dentro de si-memos. Quem esta nu ali na esquina: o homem ou a mulher nele? O que oferece o travesti ao homem que o procura? A chance de ser a mulher de uma mulher! O travesti não é simples e doce, a um lado criminal no travesti. Ele tem coragem de ser duplo. Tem, coragem de viver o terror e a gloria no centro da madrugada. O homem que se casa com a prostituta se acha um benfeitor que humilha a mulher que ele salvou. O travesti nunca será grato a você... você é que terá de lhe agradecer. O travesti não dá uma boa esposa, vocêpoderá ser a esposa dele: “Querida ja lavei sua minisaia de oncinha”. O travesti tem algo de cauboi, corajoso como um John vestido de calcinha fio-denta: você passa no carro e o vê uma Marling de botas no meio dos fárois e lá se vai o pai de família perdido de loucura. O travesti é um fenome que nos fascina porque assume a verdade da sua mentira".




PRA COMEÇO DE CONVERSA...

É com esse comentário feito pelo Arnaldo Jabor que iniciamos nossa reflexão e capacitação para atuação no dia 29 de janeiro, “DIA NACIONAL DA VISIBILIDADE TRANS”, e também para iniciar um aprofundamento acerca dos concernentes da realidade Trans. Primeiro é importante ressaltar o porquê desta data, por isso vejamos sua trajetória:

“Desde 29 de janeiro de 2004, a antra comemora a data, através das suas afiliadas, como o dia da visibilidade de travestis. naquele dia, deu-se início à campanha nacional “travesti e respeito já está na hora dos dois serem vistos juntos: em casa, na boate, na escola, no trabalho, na vida”, quando 27 trans entraram no congresso em Brasília para lançar a luta em todo o território nacional. A partir daí, as 52 organizações afiliadas da ANTRA saem às ruas para reivindicar, comemorar e cobrar. Essa iniciativa foi executada pela primeira vez pelo grupo Identidade de Campinas. (...) Em 2008, a ANTRA foi recebida em audiência na cidade de Brasília pelo ministro da saúde, José Temporão, quando foi entregue documento com várias reivindicações desse movimento”.[1]

Por muito tempo foi associada às travestis aquela imagem do periférico, marginal. As travestis sempre estiveram ali para atender a demanda urbana do mercado do sexo, das drogas, etc. Mesmo nem nos preocupava a sua existência, pois as tínhamos como as fora da lei, depravadas, um ser mesmo passível de desprezo.
Os tempos mudaram. O andar da carruagem tem nos levados a lugares antes inimagináveis e que nunca ousaríamos colocar nossos santos pés.
Quando um grupo de travestis se organizam e vão a luta pelos seus direitos e exigir RESPEITO, eu equivaleria, a quando Galileu Gallilei propôs e descobriu que a Terra não era o centro do Universo, e sim o Sol e que era ela, a Terra que girava em torno dele, e não o contrário, pois parece haver uma desordem sócial, parece que a sociedade entre em caos: “Afinal que direitos poderiam ter estes seres?”. No site da revista Época encontra-se uma matéria intitulada “Por que os homens procuram travestis?” e é de onde retiro este dado que segue:

“Os líderes das organizações de travestis estimam que haja 5 mil ou 6 mil deles no Rio de Janeiro e uma quantidade muito maior – fala-se em 30 mil – em São Paulo. Nenhuma ciência ampara essas estimativas. Sabe-se que há travestis de Porto Alegre a Manaus, inclusive em cidades pequenas. Tem-se a impressão, entre os que lidam com o assunto, que o Brasil é o líder mundial nessa categoria – e o principal exportador para os países europeus, sobretudo Itália e Espanha. “O Brasil tem a maior população mundial de travestis e o maior número de travestis per capita”, afirma Kulick. Trata-se de uma opinião bem informada, mas é apenas opinião. Líderes de organizações de travestis como Keila Simpson, presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais, querem que o censo inclua perguntas que permitam quantificar os diferentes grupos sexuais do país. “Como se pode dirigir políticas públicas a uma população de tamanho ignorado?”, diz.”
[2]

O QUE TEMOS A NOSSO FAVOR?

Como então ignorar a existência e as necessidades dos direitos dessas milhares de travestis?
Estes direitos estão garantidos na DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, assim como na Lei Estadual N° 10.948, de 05 de novembro de 2001, pois como a própria DUDH garante, a extensão destes é reservada a todas as pessoas, e travesti, ainda que ambíguo, é uma pessoa e merece respeito.
Segue abaixo os trechos que nos interessa na DUDH:

Artigo I
Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.


Artigo II
Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.


Artigo VII
Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.[3]
Quanto à Lei N° 10.948, segue na integra em anexo no final deste trabalho, mas grosso modo, esta lei dispõe sobre penalidades a serem aplicadas em atos discriminatórios e quais os casos se aplicam.


POR QUE PARTICIPAR E CONTRIBUIR COM A CAUSA?

Estamos em uma sociedade intitulada de pós-moderna, onde muitos valores foram derrubados para que outros se sobrepusessem e isso de forma instantânea e sem perguntarem se era bom ou não para a nossa sociedade.Vivemos em um Estado laico, e como fora citado acima, estima-se uma população de travestis de mais de 40 mil em território nacional que não recebe deste Estado o seu reconhecimento enquanto cidadãs e por isso, continuam a margem de nossa sociedade. Muitos passos foram dados ao seu reconhecimento. Muitas ingressaram em faculdades e universidades com seu nome social reconhecido, assim como também alguns bancos isto também observado esta prática.

[1] In: http://leokretbrasil.blogspot.com/2009/01/dia-nacional-da-visibilidade-de.html
[2] In: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI4421-15228,00-POR+QUE+HOMENS+PROCURAM+TRAVESTIS.html
[3]In:http://www.mj.gov.br/sedh/ct/legis_intern/ddh_bib_inter_universal.htm

SOBRE A SOLIDÃO



Por que temos tanto medo de ficarmos sozinh@s? E por que a solidão é acompanhada da saudade? Estamos em uma sociedade moderna e globalizada. Os meios de comunicação nos permitem acompanhar os acontecimentos mundiais ao vivo, a internet com os instrumentos de comunicação instantânea possibilita criarmos laços de amizades e mesmo construir relacionamentos sérios e duradouros. No entanto o sentimento de estarmos sozinhos persiste... Este sentimento de solidão associa-se como aquele sentimento na nossa infância de estar sozinho no escuro que gera medo e angústia. O nosso dia, mesmo estendo-se noite adentro - nossas noites estão claras a tal ponto que não conseguimos ver a imensidão infinita das estrelas cintilando no céu escuro de uma noite enluarada – nos tem dando a possibilidade de maiores contatos ainda nos deixa com a sensação de solidão... Sentimo-nos sozinhos ainda que umas multidões de gentes estejam ao nosso lado, sim, porque são gentes e não pessoas, praticamente são coisas ocupando um espaço concreto, ou porque não artificial... E a saudade esta ai junto dela fazendo lembrança, deixando-nos em um estado melancólico, de pesares, e digo senão, por coisas que nunca tivemos momentos que nunca passamos e amores que nunca passaram em nossas vidas. A solidão para uns é causa de pânico... Para outros, refúgio, mas não fuga! Lugar de encontro de você com você-mesm@, encontro com seu eu interior. Lugar do resgate, talvez, de um elo perdido com a nossa individualidade, mas não de um individualismo exacerbado. A mesma pergunta faço sobre o medo das pessoas em não encontrar o seu par perfeito, e isso, como se de fato ele existisse. Passam a vida inteira idealizando um amor perfeito e quando pensa que achou, logo em seguida pensa: “ Não me sinto complet@ com essa pessoa”, e sai em busca novamente do par ideal. Acredito que quem tem a solidão por companhia nunca se sentirá sozinh@.
Não pretendo afirmar uma sociedade retirada, mas sim retirante, auto-retirante.
Esta auto-retirada não é uma negação da vida existente com toda sua complexidade mas, uma auto-afirmação de si-mesmo e consciente na sua jornada diária e do papel que temos que assumir como seres históricos como somos. Sabe do seu valor quem sabe da sua existência temporal e espacial ( eu tenho minhas dúvidas sobre a existência de um tempo e de um espaço).
Pode continuar..
Ronaldo Rocha.
em dia chuvoso de uma tarde de verão.
29/01/10, dia da visibilidade trans.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

MOVIMENTO LGBT COMEMORA DIA DA VISIBILIDADE TRANS EM PIRACICABA-SP

Hoje, dia 29 de janeiro, o movimento LGBT(Lésbica, Gay, Bissexuais e Trans) está comemorando o Dia da Visibilidade Trans. Trans envolve tanto as travestis como as transexuais. Estas passaram por uma Cirurgia de Redesignação Sexual (CRS) enquanto que aquela se veste e modela seu corpo com roupas traços do sexo oposto. A maioria das travestis encontra-se em situação de marginalização social em trabalhos como de profissionais do sexo. Pela sua identidade são excluídas do mercado de trabalho formal e por isso muitas vão para as ruas em busca do seu sustento, quando não, o de suas famílias. Estima-se que só no estado de São Paulo existam mais 40mil delas e o Brasil estaria na liderança de país com maior população do mundo de travestis e transsexuais. Esta data foi marcada como um marco para as trans pelo ocorrido no dia 29 de janeiro de 2007, quando 27 ativistas trans entraram no Congresso Nacional para fazer o lançamento da campanha "Travesti e Respeito" além de nesta mesma data ter cido criada a ASTRA RIO (Associação de Travestis, Transsexuais e Transgêneros do Rio de Janeiro). Sua agenda atual em nível nacional é buscar sua inclusão no meio social em ambientes como escolar, pois existe uma grande evasão escolar, trabalho formal, assim como leis que as protejam de atos transfóbicos além de garantir seus direitos como cidadãs deste país. Muitos avanços já foram conquistados, como por exemplo o Banco do Brasil emite os cartões das travestis e transsexuais com seus nome social. A OII(ONG de Incentivo à Igualdade) realizará hoje uma campanha de conscientização e de mobilização em prol do movimento nacional aqui em Piracicaba, onde estarão sendo entregues panfletos comentando sobre a data.

Reflexões sobre nosso tempo - 13 de Maio de 2009 - PARTE I

O que aqui escrevo, faço para mim e faço com o propósito de conhecer-me melhor e, com isso, buscar um maior crescimento no entendimento das subjetividades das coisas deste mundo. Em especial reserva, a mim, faço as críticas. Caso algum próximo ache palavras de proveito e queira fazer para si uso do que aqui escrevo para mim, fico feliz por saber que estas reflexões foram útil para mais de um.
Não sou erudito, nem sou culto... Apenas um jovem angustiado com algumas questões concernentes ao percurso que estamos construindo em nossas relações cotidianas. Muito me agrada ver alguns pouquíssimos se dedicando a busca do conhecimento pelo prazer e pela liberdade que este traz, pois ainda que me levassem ao cárcere, ainda que me privassem da liberdade de expressão e mesmo de culto, jamais, jamais lhe seriam possível privar-me de pensar.
Diante dos meios de comunicação de massa coercitivos poderia indagar-me se é possível realmente pensar em liberdade de pensamento, se é possível realmente pronunciar um enunciado sem estar envolto das ideologias midiáticas?

Digo que sim, mesmo que para poucos olhares e ouvidos.
Algo que doi muito é saber que não há mais em nossos meios de ensino aquelas pessoas inclinada à cultura e à "formação integral" do ser humano, e este um ser tão magnífico em sua complexidade seja física, intelctual ou mesco espiritual, mas que se revela na condição de um verme que rasteja sobre a face da Terra com o nariz levantado e todo ensoberbado. Estes mesmos compelem-se a relações de interesses tão grosseiras que por fim tornam-se incapazes de estabelecer relações verdadeiras e filiosas, relações essas que não fitam sequer sua própria felicidade, mas tão somente a supressão de suas necessidades mais ordinárias, isto é, para sua simples subsistência infrutífera como raça humana.
Uma amizade pura, sincera e verdadeira; uma amizade que capaz de curar como remédio, se encontra hoje mediante a mesma e fatigante procura da tal agulha no palheiro. Uma filia para os deleites, uma ágape! Como que na mesma medida da fadiga de procurá-la é o prazer de te-la junta a ti, sem antes pensar naquele parasita que se aproxima de ti, não para o prazer e a felicidade de se estarem juntos, mas antes no intuito de tirar os maiores proveitos do colo deste antes mesmo de lhe tirar a própria dignitate.
Pergunto-me onde estão os valores elevados pela virtude como a busca comum pela felicidade, o princípio da gentileza e da verdade?
É indecente a forma como a nossa juventude, e não só ela, pois esta segue os passos deixado pelos mais velhos, de hoje encara a vida como se nada de importante antes do momento atual tivesse ocorrido e como se nada fosse possível acrescentar para um futuro próspero para nossa existência.
Com o triunfo do pensamento moderno, muito dos valores que haviam vigorado na antiguidade e no medievo foram substituídos por outros tão ambíguos quanto os precedentes.
No entanto, nos é visível que, ainda existe, uma minoria, como já é de praxi, que se ocupa com as coisas que se realmente deviria ocupar o homem: a arte de bem pensar e bem viver. Em nossas universidades há um crescente numero de indivíduos buscando conhecimento para, assim, poder ocupar a tão almejada vaga no mercado de trabalho. E por essa mesma expressão podemos observar que o ser humano neste tempo perdeu o que lhe é peculiar dentro da sua existência juntamente com os demais seres; pois passou a ser mercadoria de simesmo, coisificando-se ao extremo de ter dentro do atual sistema econômico um elevado numero de indigentes consumistas, pois estes não existem para eles pelo fato de não consumir e contribuir com a vigência do sistema capitalista. Pois na mesma medida que este ocupa a tão almejada vaga de trabalho, outros tantos ferozes se preparam para superá-lo e tomar para si o lugar ocupado por este, isto dentro de uma cadeia imposta por um sistema cruel que tem visado mais o lucro que o crescimento ordenado e equitativo da humanidade.
Como já nos afirmava Nietzsche, nossos estabelecimentos de ensino estão preparando não homens para a vida, mas sim, especialistas em microcoisas incapazes de se relacionar com o diferente, incapazes de elevar seu pensamento e admirar o belo.

Ronaldo Rocha.


(continua no dia 13 de Maio de 2010)

COMO CRIANÇA

Como criança...
Quero atravessar a vida brincando,
Com um sorriso nos lábios
E o coração sempre pronto a perdoar.

Como criança...
Desejo bailar pela vida
Dançando como borboleta
Em bosques primaveris.

Quero, como criança
Passear pela vida
Guardando o silêncio e o assombro
Frente ao mistério.

Como uma criança
Quero correr a braços maternais
Quando a dor e medo
Assolar minha inocência.

Como uma criança, desejo,
Lábios pálidos e cerrados,
Adormecido por entre flores e cantos,
Encerrar o me resta de meus dias.

Ronaldo Rocha
Verão 2008
12 de fevereiro

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A ROSA


Era pálida.
Apesar de um vermelho vitalício, sua aparência era de morte. Em torno dela havia outras tantas. Deviam ter a idade da puberdade. Todas me falavam de amor, mas ela me insistia em me falar de um pesar profundo.
Tinha pétalas vermelho carmesim como os lábios de uma virgem... Seu perfume anunciava-me o findar-se. As outras em torno dela, pareciam inumar-lhe a vida. Junto delas os pássaros cantavam em poesia o prelúdio de seu fim. Murcha a rosa. Chega seu fim. Adeus!
Beijam o chãos suas pétalas.
Ronaldo Rocha

GOSTO DE GOSTAR


Gosto de gostar
Degustar e ser degustado
Amar e ser amado
Gosto de sentir o gosto...
O gosto gostoso do seu gosto
Seu calor inundando meu ser
Ao sussurrante som de seu gemido aos pés de meus ouvidos
Gosto de...
Tocar e ser tocado

Acariciar e ser acariciado
Gosto amar
Ser amante
Cúmplici, provocante
De me perder em meio
Aos seus beijos quentes e embriagantes
Gosto do amor que arde, que queima
Que consome, mas não some
Amor que arrebata, que me lança fora de mim
Na busca da suave fragrância
Essência encantada
Que emanam de nossos corpos
Entrelaçados em uma união cosmocarnal
Pura
Simplesmente
Amante.

Ronaldo Rocha

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

sobre a possibilidade de deixar ou não de ser homossexual

Sei que , ainda que havendo a possibilidade de uma conversão tão miraculosa, casos assim são raros. Detalhe a mesma ciência que hoje da respostas positivas a questão homoerótica, foi aquela que outrora a classificou como distúrbio, cito: “ Em 1896, o médico húgaro Karoly Maria Benkert inventa a palavra homossexualismo, no contexto do discurso da medicina ocidental, para caracterizar uma forma de comportamento “desviante” e “perversa” entre pessoas do mesmo sexo; portanto o sujeito homossexual passa a existir, na história humana, apenas a partir do século XIX.” (em Mitos e Tabus da sexualidade humana: subsídios ao trabalho em educação sexual. Ed. Autêntica. 2007) Foi no seminário que tive o primeiro contato com minha homossexualidade conceitualmente falando, antes, tive experiências, ali pude ler e refletir sobre o meu ser homo. E foi lá também que ouvi pela primeira vez, pela Doutora em sexualidade na adolescência, pela USP, Dr. Heloisa, nossa professora de psicologia, a possibilidade da falsa homossexualidade, assim como a possibilidade de que há na pessoa uma “pré-disposição” em concordância com a sua “propensão”, isto é, o indivíduo tem em si a potencialidade de desenvolver ou não a Homossexualidade, i.e., vir ou não a ser homossexual, masculino ou feminino. Esta questão acaba entrando na conceitualização de inatismo, exemplo: “o ser é e não pode deixar de ser” ou “o ser é um devir”. O fato de haver a “possibilidade” de desenvolvimento à, pode partir em principio de um equívoco, levando sim, a uma falsa homossexualidade. Hoje temos uma cultura LGBT, coisa, que por exemplo a Idade Média não tinha. Eles se relacionavam com a relação entre iguais partindo da cultura que eles dispunham. Diferente é o caso da Grécia clássica, cito um trecho de Platão, filósofo que até hoje tem repercussão no cenário cultural ocidental: “ O amor não é uma coisa simples. Eu disse, quando comecei a falar que era por ele memso nem belo nem feio mas que, praticando honestamente era belo, e de outro modo, feio. Ora, é praticá-lo desonestamente dar seus favores a um homem mau ou pór maus motivos; honestamente da´-los a um homem de bem ou por motivos honrados. Chamo mau amante o amante popular que ama mais o corpo do que a alma, porque seu amor não é durável visto que se liga a uma coisa sem duração e quando a flor da belesa que ele amava fanou, “ele foge e desaparece”, traindo seus discursos e suas promessas, enquanto que o amante de uma bela alma é fiel toda sua vida, porque ela se uniu a uma coisa durável” ( O Banquete de Platão)Vale a pena lê-lo na integra. Entre eles, os gregos, o amor só seria dado a um outro igual e sempre do sexo masculino, naquela época a mulher tinha um outro espaço e outra função, que não as de hoje. Com o advento do cristianismo a questão tomou outra direção, a relação entre diferentes fora sacralizada e posteriormente sacramentada, isto é, tornaram-se sinais de Deus. Desta forma o que estou tentando expor são os traços que uma cultura pode determinar na vida sexual, social, e outros “al” possíveis na vida de uma pessoas que tem a propensão ou pré-disposição a relação entre igual. Aqui entramos em outro campo o biológico e o cultural: até onde o que é cultural e o que é nato da pessoa? Cito outro autor que tem uma idéia semelhante a Carl Jung, criador da Psicologia,lembrando que a Psicanálise foi criada por Freud e Jung era seu discípulo, no que se refere as idéias inatas de “anima” a presença do feminino no homem e “animus” a presença do masculino na mulher, desta forma gerando um certo equilíbrio na individualidade, no processo de individualização do ente. A contribuição vem do psicanalista holandês Thorkil Vanggaard: “Todo homem tem algum grau de interesse homossexual, todo homem tem um homossexual”radical” ( em FALO: a imagem do sagrado masculino,Ed. Paulinas. de Eugene Munique) Nesta obra Munique dedica um capítulo a homossexualidade. Este livro tem como fio condutor, como pode se perceber pelo titulo, o falo, o pênis, mas ele em estado de falo, isto é, de ereção e sua representatividade psico-social.Bom desta forma, temos também um cientista afirmando uma homossexualidade inata, o termo usado por Vanggaard é homossexualidade radical assim como temos a afirmação da anima e do animus. Se este dado confere, podemos sim, ter falsos homossexuais, pois se nós enquanto homens temos um arquétipo feminino e não somos mulheres e vice-verso, como nos afirma o pai da psicologia, Jung, podemos também desenvolver falsamente uma pratica homossexual sócio-cultural. Ai gente, to quase pirando pra defender isso. E como meu caro Sandro afirmou: a questão é complexa! Concordo com o contexto cultural religioso, ele pode criar uma falsa heterossexualidade.Desta forma respondo a minha questão e ressalto: ISTO É UMA TEORIA!

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