Por que temos tanto medo de ficarmos sozinh@s? E por que a solidão é acompanhada da saudade? Estamos em uma sociedade moderna e globalizada. Os meios de comunicação nos permitem acompanhar os acontecimentos mundiais ao vivo, a internet com os instrumentos de comunicação instantânea possibilita criarmos laços de amizades e mesmo construir relacionamentos sérios e duradouros. No entanto o sentimento de estarmos sozinhos persiste...
Este sentimento de solidão associa-se como aquele sentimento na nossa infância de estar sozinho no escuro que gera medo e angústia. O nosso dia, mesmo estendo-se noite adentro - nossas noites estão claras a tal ponto que não conseguimos ver a imensidão infinita das estrelas cintilando no céu escuro de uma noite enluarada – nos tem dando a possibilidade de maiores contatos ainda nos deixa com a sensação de solidão... Sentimo-nos sozinhos ainda que umas multidões de gentes estejam ao nosso lado, sim, porque são gentes e não pessoas, praticamente são coisas ocupando um espaço concreto, ou porque não artificial... E a saudade esta ai junto dela fazendo lembrança, deixando-nos em um estado melancólico, de pesares, e digo senão, por coisas que nunca tivemos momentos que nunca passamos e amores que nunca passaram em nossas vidas. A solidão para uns é causa de pânico... Para outros, refúgio, mas não fuga! Lugar de encontro de você com você-mesm@, encontro com seu eu interior. Lugar do resgate, talvez, de um elo perdido com a nossa individualidade, mas não de um individualismo exacerbado. A mesma pergunta faço sobre o medo das pessoas em não encontrar o seu par perfeito, e isso, como se de fato ele existisse. Passam a vida inteira idealizando um amor perfeito e quando pensa que achou, logo em seguida pensa: “ Não me sinto complet@ com essa pessoa”, e sai em busca novamente do par ideal. Acredito que quem tem a solidão por companhia nunca se sentirá sozinh@.
Não pretendo afirmar uma sociedade retirada, mas sim retirante, auto-retirante.
Esta auto-retirada não é uma negação da vida existente com toda sua complexidade mas, uma auto-afirmação de si-mesmo e consciente na sua jornada diária e do papel que temos que assumir como seres históricos como somos. Sabe do seu valor quem sabe da sua existência temporal e espacial ( eu tenho minhas dúvidas sobre a existência de um tempo e de um espaço).
Este sentimento de solidão associa-se como aquele sentimento na nossa infância de estar sozinho no escuro que gera medo e angústia. O nosso dia, mesmo estendo-se noite adentro - nossas noites estão claras a tal ponto que não conseguimos ver a imensidão infinita das estrelas cintilando no céu escuro de uma noite enluarada – nos tem dando a possibilidade de maiores contatos ainda nos deixa com a sensação de solidão... Sentimo-nos sozinhos ainda que umas multidões de gentes estejam ao nosso lado, sim, porque são gentes e não pessoas, praticamente são coisas ocupando um espaço concreto, ou porque não artificial... E a saudade esta ai junto dela fazendo lembrança, deixando-nos em um estado melancólico, de pesares, e digo senão, por coisas que nunca tivemos momentos que nunca passamos e amores que nunca passaram em nossas vidas. A solidão para uns é causa de pânico... Para outros, refúgio, mas não fuga! Lugar de encontro de você com você-mesm@, encontro com seu eu interior. Lugar do resgate, talvez, de um elo perdido com a nossa individualidade, mas não de um individualismo exacerbado. A mesma pergunta faço sobre o medo das pessoas em não encontrar o seu par perfeito, e isso, como se de fato ele existisse. Passam a vida inteira idealizando um amor perfeito e quando pensa que achou, logo em seguida pensa: “ Não me sinto complet@ com essa pessoa”, e sai em busca novamente do par ideal. Acredito que quem tem a solidão por companhia nunca se sentirá sozinh@.Não pretendo afirmar uma sociedade retirada, mas sim retirante, auto-retirante.
Esta auto-retirada não é uma negação da vida existente com toda sua complexidade mas, uma auto-afirmação de si-mesmo e consciente na sua jornada diária e do papel que temos que assumir como seres históricos como somos. Sabe do seu valor quem sabe da sua existência temporal e espacial ( eu tenho minhas dúvidas sobre a existência de um tempo e de um espaço). Pode continuar..
Ronaldo Rocha.
em dia chuvoso de uma tarde de verão.
29/01/10, dia da visibilidade trans.
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