Apolo (Febo)
Privilegiada foi Ilha de Delos,
De em vosso solo
Receber tão grande Deus,
Apolo.
A cólera de Hera obriga Leto,
A perambular e vagar
Sem rumo pela terra,
Levando em seu ventre
Ártemis e Febo.
Compadecida pela dor da mãe,
Acolhe-a na segura promessa
De fama irreconhecível e
Da honra de ter seu chão
Fixo, no
Centro do mundo.
Por nove dias e nove noites
Dor de parto terrível sofreu,
Em seu auxilio acorrera-lhe
Tantas outras deusas.
Quando na décima noite
As trevas dissipando-se,
No céu brilha o sol,
Nasce o menino Deus
De cabelos dourados e de
Beleza incomparável.
E para o encanto da noite
A esplendorosa e austera
Ártemis, deusa da noite
Enluarada.
Leto, Apolo e Artemis
Em vingança de sua mãe
Apolo lança-se contra Píton,
Serpente cruel, cujo hálito
Espalhava a noite e a morte.
Uma única seta...
Píton grita, enrola e desenrola,
Toda terra se estremece
Na agonia do monstro.
Píton
Da morada do terrível se fez
Daí em diante,
A morada do mais célebre
Dos oráculos, Delfos.
Entre gritos: viva!
Canta-se o Peã,
A alegria da vitória.
De seus campos ó belo Deus
Poemas lirados sobem a vossa presença
Deus da luz, musica e poesia o
Deus dos cabelos dourados.
Apolo acalmando os animais com sua lira
Apolo o deus também do arco e
Da flecha,
Por um Eros, Indignado e enciumado com tal tributo,
Fora presenteado pela flecha do amor, amando
Fervorosamente a ninfa Dafne que, ao contrário, foi flechada pela da recusa.
Não o desejando,
Mesmo sendo ele o mais belo dentre os deuses,
A ninfa implora a seu pai
Que a transforme antes em loureiro
A ser tocada por Apolo.
Desejo realizado. Em um belo loureiro Dafne se nega a amá-lo.
Apolo e Dafne
Apolo, apesar de seus tributos
Digno de um deus cai em mais
Uma armadilha amorosa, segura em seus braços seu amado e mais belo dos mortais, Jacinto,
Que morre atingido na testa
Pelo disco do próprio deus,
Desviado pelo enciumado
Zéfiro, o vento oeste.
E do sangue deste, nasce ali mesmo,
No local de sua morte, a flor que leva o nome do morto: Jacinto.
Corroído pela dor da perda, Apolo inscreve nas pétalas da flor, o que significaria
A inicial do nome de seu amante.
Apolo e jacinto
Da batalha de Idas e Apolo
Pelo amor de Marpessa, que
Somente houve uma trégua quando
O pai dos deuses
E dos homens apartou a luta
Dizendo: “somente a mortal poderá
Escolher com quem
Quer ficar”.
E ela, sabendo do sucesso, da
Beleza e também da imortalidade do
Deus, temendo que este que fosse infiel, escolheu o igualmente mortal Idas, deixando Apolo com mais uma de suas decepções amorosas.
Marpessa e Zeus separando Apolo de Idas
De tantos amores entre
Mortais e o deus sol
O mais incomparável é o de clítia,
Que apaixonada perdidamente por Febo
Todos os dias, incansavelmente,
Observava no céu a trajetória do iluminoso,
Em vão, pois para este nada na mortal era digno de seu amor e atenção.
A olhos vistos definha nos braços da esperança. De dia contemplando e de noite chorando.
Ela é transformada em girassol,
E desde então esta sempre voltada para ele.
Clítia da mitologia, o girassol
Bibliografia:
Ø http://pt.wikipedia.org/wiki/Apolo, acessado em 16/05/2008
Ø http://helenismo.googlepages.com/mitologiaearte.htm, acessado em 16/05/2008
Ø HAMILTON, E., Mitologia, São Paulo, Martins fontes, 1992
Ø BRANDÃO, J. S., Mitologia Grega, Rio de Janeiro, Vozes, 2007
Ø KERÉNYI, C., Dionísio, Odysseus, 2002
Ø MICHELET, J., A Bíblia da Humanidade, Publicações Brasil, 1967
Ø STEPHANIDES, M., Os Deuses do Olimpo, Odysseus, 2004
Um comentário:
uhuulll...
É nóis Rô...*-*³³³
saudades de fazer brincar de fazer poesia com você amigo!!! rsrs...
estou postando no meu blog também: http://contomomentos.wordpress.com/
so que aos poucos...^^
beijos
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